Revista Educação divulga artigo sobre IA na atuação docente.
IA não constrói vínculos pedagógicos nem assume responsabilidade pelo outro!
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Atuação docente: IA não constrói vínculos pedagógicos nem assume responsabilidade pelo outro!
IA tende a assumir tarefas operacionais e reforçar o papel do professor como mediador e construtor de vínculos na aprendizagem.
O debate sobre o uso da inteligência artificial (IA) na educação brasileira começa a ganhar contornos institucionais. O Conselho Nacional de Educação (CNE) está elaborando as primeiras diretrizes nacionais para orientar o uso pedagógico da IA em escolas e universidades, um marco regulatório inédito no país. A proposta busca estabelecer princípios para o uso responsável da tecnologia, incluindo formação docente, ética no uso de dados e preservação do papel central do professor no processo educativo.
Mudanças no papel docente são uma constante.
É importante contextualizar que a docência e a educação estão em constante transformação. As concepções da pedagogia tradicional (ênfase conteudista expositiva na qual o professor estava no centro do processo de ensino-aprendizagem) foram sendo repensadas e deram espaço ao paradigma contemporâneo, cuja evidência de êxito não é mais apenas a cobertura do conteúdo, mas uma aprendizagem significativa que põe o estudante no centro e vê o professor como curador, orientador e mediador. Esse papel vai sendo revisto para responder aos objetivos da educação num dado tempo, numa dada sociedade e num determinado contexto.
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